sábado, 14 de abril de 2018
Esquema de estudo para prova de literatura.
A literatura infantil tem características próprias, que diferem de outros textos escritos, como o informativo e o argumentativo.
Ficção é um texto inventado, semelhante à realidade, criando, entretanto, uma outra realidade feita de linguagem, com personagens, ação e diálogos.
O professor deve manter os alunos interessados por meio do uso da metodologia adequada ao texto literário, que nasce do conhecimento docente sobre a natureza da literatura.
A leitura escapista para Bamberger é a que atende à necessidade humana de satisfazer desejos.
A literalidade é caracterizada por elementos internos (versos, personagens, diálogos, linguagem figurada) inseparáveis e sem relação com questões externas de autoria ou edição.
Texto literário infantil é o que exige habilidades, conhecimentos e linguagem adequados às crianças com diferentes níveis de compreensão. Ler textos literários favorece, na criança, o processo de socialização.
O conceito de literatura como fonte de conhecimento é que o conhecimento nascido dos livros de literatura tem caráter utilitário, isto é, serve muito aos propósitos escolares, por isso a escola busca no literário o ensinamento.
Livros literários falam preferencialmente de assuntos como a busca da felicidade, amizade, sonhos e emoções humanas.
Trabalhar com a literatura contribui para a formação integral da criança e sua inserção no conhecimento dos outros e das diferenças entre pessoas. Busca o ensino individualizado.
O leitor de literatura precisa aprender a lidar com o imaginário e com a beleza das palavras.
Criar um ambiente favorável à leitura diz respeito às acomodações físicas e também ao estimulo e à motivação do professor para a leitura.
O bom professor para a mediação na formação de leitores é aquele que alia o conhecimento sobre literatura com a prática constante de leitura.
O analfabetismo funcional indica a incapacidade de compreender textos, mesmo depois que o leitor está alfabetizado.
O objetivo do trabalho com a literatura na escola é contribuir para a formação integral da criança e inseri-la na alteridade.
A compreensão dos textos implica uma atitude questionadora do leitor e admite mais de uma interpretação. É mais eficaz quando se lê silenciosamente.
A leitura compreensiva e a pluralidade de interpretações de um texto favorecem a leitura critica e criativa.
A leitura em voz alta supõe preparação, tanto do professor quanto do aluno. Aprender a ler significa construir sentidos para o que se lê.
Imaginário e ficcionalização são elementos constituintes do exto literário. Compreender um texto literário implica relacioná-lo com a realidade em vários aspectos, como as artes, cultura, relações sociais e de poder.
Lendas, fábulas e contos são narrativas curtas com personagens humanos ou animais e plantas personificadas. Uma das definições de literatura diz que ela é a ‘ arte da palavra’.
Existe varias interpretações para um texto literário porque a literatura é simbólica e plurissignificativa, por isso todo texto admite interpretações diferentes e complementares.
Para atingir a compreensão de um texto, o leitor precisa ter o conhecimento sobre a realidade, literatura e experiências anteriores de leitura.
Toda obra literária expõe, em qualquer fragmento, o resultado das leituras feitas pelo autor. A arte literária tem liberdade de escolha de temas e formas.
A compreensão do texto literário é tanto melhor quanto mais o leitor comum conhecer as diferentes linguagens da realidade. Cinema e livro podem conviver em trabalhos comparativos.
O papel do professor é mediar incessantemente a formação do leitor, indicando textos literários de qualidade e promovendo o encontro efetivo do leitor com o livro.
A leitura será significativa se atender aos interesses do leitor. A criança está mais sujeita do que o adulto às ideias significativas ou preconceituosas dos textos literários. O que agrada as crianças não é necessariamente bom para elas.
Desprezo pelo caráter estético- literário do texto é a condição necessária para que ocorra a trivialização do texto literário ou trabalho docente.
A leitura compreensiva é indicada para o 1ª e 2ª series, consiste na leitura silábica e de palavras. A leitura promove a formação pessoal e cultural.
O que permite ao leitor ler a literatura em que aparecem situações dolorosas é o fato delas saberem que é ficção e não realidade.
A literatura do ponto de vista pedagógico tem nas fábulas o texto adequado para ensinamentos éticos e comportamentais. O trabalho com literatura deve buscar igualar a criatividade do texto com a atividade.
As atividades tem função de reforço da compreensão e da interpretação do texto literário. Tem finalidade pedagógica, a literatura pode ser lida sem estar necessariamente vinculada a trabalhos. Tem como finalidade última produzir ações e resultados visíveis na escola.
A avaliação das atividades não passa por quantificação numérica, mas pela quantidade do processo de realização. Os alunos são executores das propostas docentes: seu crescimento interior não deve ser motivo de avaliação.
A escrita esta relacionada diretamente ao texto literário e deve incentivar o aluno para que produza, cada vez mais, textos melhores.
As práticas com a leitura da literatura servem para ampliar o conhecimento dos leitores a respeito do texto lido.
O jogo educativo utilizado na sala de aula faz com que o aluno, ao praticá-lo manifeste sua ação livre, iniciada e mantida pelo prazer de jogar.
O jogo como instrumento pedagógico muito significativo no contexto cultural e biológico, é uma atividade livre e alegre que engloba uma significação . facilita a socialização, pois a criança participa em grupo, vivencia regras e interage com outro.
Ações que definem o lúdico como recurso pedagógico de acordo com Almeida(2004), a proposta é ir além do jogo, do ato de jogar para o ato de antecipar, preparar e confeccionar o próprio jogo antes de jogá-lo.
O lúdico requer observação do contexto que envolve a ação das crianças durante a prática pedagógica do jogo. Essa observação por parte do professor evoca a possibilidade de estimular as potencialidades infantis, como a criatividade, autonomia, criticidade e a expressão, ao desenvolver diferentes formas de linguagem e também os aspectos cognitivos, afetivos e sociais.
A brincadeira na infância leva a criança a solucionar conflitos cognitivos ou afetivos, ampliando, assim, sus possibilidades linguísticas, psicomotoras, afetivas, sociais e cognitivas.
Quando a criança imita as atividades dos adultos na brincadeira, suas expressões facilitam a interação entre a fantasia e a realidade.
A imitação dos papeis adultos pela criança na brincadeira revela a indissociaçao entre a fantasia e a realidade, pois, se as ações que imita fossem realizadas de forma verdadeira, enfrentaria obstáculos e riscos, como nas brincadeiras de cozinhar, dirigir, consertar moveis e aparelhos eletrônicos.
Fazendo de conta, a criança age enfrentando desafios organiza o pensamento, elabora suas regras, o que facilita a transposição do mundo adulto para seu universo.
O jogo se inicia com as regras; porem se não atender as necessidades e aos interesses do grupo, elas podem ser repensadas e modificadas para que e constituam em elementos de união e não de segregação.
Na brincadeira a criança expressa as relações sociais em que está envolvida, vivencia e troca de papéis, posições, faz acordos, em uma tentativa de organizar a ação lúdica.
Kishimoto (2008) define que o brinquedo supõe uma relação intima com a criança, em que não há um sistema d regras p\ra sua utilização, estimulando, assim, a imaginação.
Uma boneca permite a criança brincar de varias formas. O brinquedo estimula a representação e a expressa de imagens que evocam aspectos da realidade.
O primeiro nível de diferenciação, segundo Brougere, citado por Kishimoto (2008), revela o jogo como um resultado de um sistema linguístico que funciona dentro de um contexto social e denota o sentido que cada sociedade lhe atribui.
Um segundo sentido coloca o jogo como um sistema de regras, o que seria a característica principal da atividade, pois as regras de um jogo o diferenciam de outros tipos, como jogar caçador ou bola ao túnel. O objeto é o mesmo, mas o sistema de regras define o que fazer, o espaço, as relações, etc.
O terceiro sentido, kishimoto(2008) destaca o objeto que é o suporte do jogo. Por meio do objeto, o jogo potencializa a ação lúdica da criança, podendo-se estabelecer o jogo como um recurso pedagógico ou como recreação.
Os estudiosos da área definem a concepção de lúdico como diagnostico como uma maneira de o professor perceber seu aluno em uma perspectiva cognitiva, afetiva, psicomotora e social.
Em relação às áreas de desenvolvimento e aprendizagem, os estudos de Ferreira (2001) apontam que toda criança tem características próprias e o professor não pode esquecer que esta são as portas de entrada de seu desenvolvimento. Essas características são identificadas nas áreas cognitivas, afetivas, social, linguística e psicomotora.
A concepção do lúdico como recurso pedagógico surge entre os aspectos relacionados à interação da criança com o meio em que vive e, nesse sentido ao conhecer o perfil neurosensorio-motor da criança, o educador irá perceber como está seu desenvolvimento dos sistemas nervoso, sensorial e motor, não separadamente, mas em interligação.
A criança ao brincar, interage com o meio d com o grupo, ampliando sua autoimagem positiva e favorecendo a construção de sua personalidade. Ao ser representada a um material pedagógico ou brinquedo a criança explora livremente e de diferentes maneiras, estabelecendo um vinculo entre o objeto e as relações que o antecedem.
Por Queila Alves
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