sábado, 14 de abril de 2018

ESTUDO PARA PROVA EDUCAÇÃO ESPECIAL E ÉTICA



·                    As  Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, promulgada pela Res. Nº 2/2001,define a educação especial,  modalidade da educação escolar, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais  especiais. Organizados  institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.
·                 Sobre  as políticas de formação de professores no contexto inclusivo, Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais; Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.
·                 Críticas  mais contundentes quanto a terminologia necessidades educacionais especiais recebe: Termo muito abrangente, que se refere a alunos com e sem deficiência, incluindo as que que apresentam dificuldades de aprendizagem ou, até mesmo, superdotação; Expressão muito vaga, que necessita ser explicada para alcançar-se sua definição; É eficaz em abranger toda a situação de deficiência que existe, porém semanticamente carrega palavras consideradas ofensivas pelos críticos e  ampliação desmedida do universo de alunos a ser atendidos pela educação especial, descaracterizando o caráter e a função dessa modalidade educacional.
·                 A  teoria da educação que Vygotsky acreditava poder contribuir para a superação das dificuldades iniciais é Educação baseada na compensação social dos problemas orgânicos.
·                 Ser autônomo, para Piaget, é agir conforme as normas morais internalizadas, mas também por seus próprios princípios internos de conduta, ou seja, ser realmente “dono do nariz” e não agir só por medo da repressão de pais e professores.
·                 O que determinaria a escolha do ambiente para a escolarização do aluno seriam suas condições individuais. A criança surda era exposta a um treinamento intensivo de produção de fonemas. O serviço educacional prestado tem como foco a limitação gerada pela deficiência.
·                 As  pessoas que fugiam ao padrão da dádiva de um corpo perfeito na Antiguidade, os recém-nascidos mal constituídos eram exterminados. Em Atenas, Esparta e Roma são recorrentes os relatos dos filósofos – trabalhadores intelectuais daquela sociedade – sobre o extermínio de crianças com deficiências, desde o nascimento.
·                 Centenas  de instituições com caráter assistencial e filantrópico se proliferam, sobretudo na América, nas quais o foco seria o aproveitamento de seres desviantes para o treinamento industrial, elas funcionam como como escolas oferecendo instrução básica, como asilos alimentando e abrigando e como oficinas de produção( fabricas) , porque as pessoas com deficiência constituíam mão de obra barata no processo inicial de industrialização.
·                 A  declaração de Salamanca reafirma a união de esforços em defesa de uma escola única para todas as crianças, independentemente de suas diferenças individuais. É  o primeiro documento que trata exclusivamente da educação especial.
·                 O conceito de inclusão faz referência a todos os alunos da escola. Essa forma de entender a inclusão reivindica a noção de pertencer, uma vez que considera a escola como uma comunidade acolhedora em que participam todas as crianças. As demais alternativas estão incorretas pois classificam em alguns grupos a inclusão e, como a inclusão é de todos, as outras alternativas se excluem.
·                 O  critério determinante para julgar se o sujeito é normal ou deficiente no interior das relações daquele grupo será a potencialidade humana para o trabalho físico e intelectual. Essa avaliação estará pautada nas condições apresentadas pelo sujeito para contribuir na forma de produção da vida e sobrevida material daquele grupo.
·                 Sobre apoio financeiro para a iniciativa privada que ofereça atendimento à educação dessa parcela da população, desde que comprove o reconhecimento do Estado em relação à legitimidade a dois focos de lutas políticas da sociedade civil: o direito à educação de pessoas com deficiências em classe comuns, mesmo que parcial, e a organização do movimento apaeano. No art. 89, explicita-se o apoio financeiro à iniciativa privada que ofereça atendimento a essa parcela, comprovando o reconhecimento do Estado em relação à legitimidade a dois focos de lutas políticas da sociedade civil: o direito à educação de pessoas com deficiências em classes comuns e a organização do movimento apeano.
·                 Tendo  como base a premissa de que a educação por si só não elimina as contradições sociais presentes no atual modo de produção capitalista, Não podemos depositar na instituição escolar falsas expectativas em relação ao seu papel redentor das desigualdades sociais, O fracasso e a evasão escolar são intrínsecos à escola e Grande parte dos alunos apresenta problemas e dificuldades em seu processo de aprendizagem. Tanto na escola com alunos inclusivos quanto na não inclusiva, os mesmos fatores ocorrem, como a evasão os problemas de dificuldades no aprendizado.
·                 De acordo com os conhecimentos adquiridos sobre a institucionalização e o modelo clínico terapêutico, As experiências de Itard culminaram num primeiro paradigma no trato com a deficiência, Pinel descreveu e distinguiu os diferentes tipos de perturbações mentais, O modelo clínico terapêutico caracteriza-se pela hegemonia da área médica sobre a pedagógica e  As instituições especializadas iniciam o processo de transição entre as abordagens clínicas e pedagógicas que futuramente se denominará escolas especiais.
·                 No  que diz respeito à educação inclusiva a educação inclusiva tem sido caracterizada como um novo paradigma, que se constitui pelo apreço à diversidade, a educação inclusiva é benéfica à escolarização de todas as pessoas, a educação inclusiva tem sido caracterizada pelo respeito aos diferentes ritmos de aprendizagem e a educação especial exige ruptura com o instituído na sociedade e consequentemente nos sistemas de ensino.
·                 Formação continuada: “refere-se à situação do profissional que já atua na docência na educação infantil, no ensino fundamental e médio e que participa de eventos promovidos por instituições de ensino superior, secretarias de educação ou órgãos da comunidade, com o intuito de aperfeiçoamento teórico-prático ou mesmo conhecimentos específicos necessários a novas demandas na sala de aula”.
·                 Quatro  dificuldades enfrentadas pelos professores no processo de inclusão: Despreparo dos professores para se relacionar e ensinar alunos com deficiência. Desconhecimento de conteúdos e metodologias de ensino específicas; Insegurança no estabelecimento de interações cotidianas mais elementares: aproximação, comunicação e Ausência ou inexistência de critérios para avaliar o aproveitamento escolar desses alunos.
·                  “Zona de Desenvolvimento Proximal refere-se à distância entre o nível de desenvolvimento real, o que se sabe, determinado pela capacidade de resolver independente um problema, e o nível de desenvolvimento próximo, o que se pode chegar a saber, determinado por meio da resolução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outra criança mais capaz”.
·                 Alunos com deficiência – surdo a Educação é  bilíngue.
·                 Alunos com transtornos globais de desenvolvimento: Adequação de objetivos, conteúdos e metodologias.
·                 Alunos com deficiência visual: Atividades de vida autônoma.
·                 Alunos com deficiência intelectual: Desenvolvimento dos processos mentais superiores.
·                 Alunos com altas habilidades/superdotação: Atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular.
·                 Necessidades especiais implicam suprimir barreiras arquitetônicas, reorganizar e adaptar ambientes, contar com o apoio de profissionais especializados e a flexibilização de currículos, entre tantas outras possibilidades buscadas na modificação do contexto regular de ensino para acolher o aluno e suas singularidades.
·                 As teorias éticas são respostas aos comportamentos morais de determinada sociedade e época. Elas buscam dar sentidos novos a questões antigas como o direito a vida, ou a relação entre lei e moral, ou o certo e errado. Assim cada época vai criar uma teoria ética em conformidade com suas aspirações.
·                 nosso ”ser-no-mundo” significa que somos indivíduos sociais, isto é, nossas ações e decisões afetam diretamente as outras pessoas, pois só conseguimos realizar nossa existência no convívio com os outros. Esse convívio deve ser pautado por regras, para que a sociedade não seja caótica.

·                 Ética  religiosa é uma ética delimitada por parâmetros religiosos: os mandamentos de Deus têm o caráter de imperativos supremos. Os princípios que orientam a conduta das pessoas são extraídos das doutrinas e livros sagrados, o que a torna uma ética que muda muito pouco ao longo do tempo (perenialista e não situacionista).
·                 A norma moral nos diz como agir, mas podemos escolher não agir de determinada forma. O que nos leva a agir moralmente é a nossa apropriação dos valores sociais sobre o que é certo e errado, que acaba sendo incorporado e interpretado pela razão e servem de bússola para a tomada de decisões éticas.
·                 A ética é a reflexão teórica e crítica sobre a moral e o direito. É  a instância geral e teórica capaz de promover a reflexão crítica em relação às ações humanas. Como teoria normativa pode influenciar as normas jurídicas e as ações políticas.
·                 A língua portuguesa incorporou a palavra de origem grega “ética” e a palavra de origem latina “moral” quase como sinônimos, mas, filosoficamente, a ética é a reflexão sobre a moral. A ética procura entender a formação de hábitos e costumes. Já a moral são as normas de comportamento aceitas e internalizadas numa determinada sociedade humana.

Por Queila Alves

ESTUDO PARA PROVA SOCIOAMBIENTAL



·                 O biocentrismo trouxe novas perspectivas para a gestão ambiental, pois considera o meio ambiente como o resultante, aquilo que, emerge das relações, tantos dos seres entre si (incluindo o homem) com o meio físico- natural.
         Os técnicos convivem com dificuldades, como falta de equipes técnicas adequadas, recursos financeiros escassos e instalações precárias, falta de acesso a informações e, muitas vezes, falta de apoio da chefia entre outros obstáculos. A falta de condições de trabalho é crônica e há, inclusive, a falta de vontade politica dos governantes.
         As ONGs ambientalistas, os movimentos sociais, as associações comunitárias, as entidades de classe, ente outras, fazem parte das organizações não governamentais.
         Empreendimentos potencialmente poluidores sem licença ambiental colocam em risco a integridade dos ecossistemas e interferem negativamente na qualidade de vida das populações que vivem no local onde eles ocorrem.
         Na esfera estatal, os atores sociais são instancias dos poderes públicos como o Executivo, que compreende a União, os Estados, o senado Federal, os municípios e as câmaras de vereadores.
         Na questão ambiental a união entre ser humano e meio físico- natural resulta no próprio meio ambiente. Produz mudanças tanto positivas como negativas na qualidade do meio ambiente. Há diferença de método em que a sociedade, ao longo do tempo interage com o meio físico- natural.
         Na gestão ambiental como mediação de conflitos a Constituição de 1988 fez do Poder Publico o principal responsável pela garantia, a todos os brasileiros do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. A realização de mediação de interesses e conflitos, entre atores sociais cuja atuação se faz sobre o meio físico- natural. Não é neutra, mas sim participativa, pois somente dessa maneira é possível avaliar custas e benefícios de forma transparente.
         O problema ambiental caracteriza-se pela constatação e pela conscientização da existência de um dano ao meio ambiente; é uma etapa de analise e de conclusão. Já o conflito ambiental caracteriza-se pela mobilização dos atores sociais em um processo de interrupção ou eliminação do problema ambiental. É uma etapa de ação transformadora.
         O Prad ( Plano de Recuperação de Área Degradada) é exigido como instrumento técnico que visa subsidiar o licenciamento ou a renovação, bem como recuperar o passivo ambiental. Identifica os processos de transformação ambiental; hierarquiza os itens de passivo, em termos de sua representatividade, assim como de seus processos causadores e esse plano estabelece medidas corretivas e preventivas para cumprir as necessidades de reabilitação ambiental da área.

Por Queila Alves

Exemplo Projeto TCC


Aqui vai um exemplo  de TCC, para que se tenha uma ideia de como montar o seu trabalho de conclusão de curso,o TCC. Lembrando que, se utilizar o ctrl+c estará plagiando o meu trabalho e isso para o acadêmico além de zerar sua disciplina, é crime.


IDENTIFICAÇÃO

 Nome: Queila do Nascimento Ilhéu Alves
 RU: XXXXXXX

 1 TEMA

     Educação à Distância.

1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA

Torna-se grande a procura por essa modalidade de ensino nos dias atuais.

2       PROBLEMATIZAÇÃO

É possível estudar à distância, adquirindo conhecimento para alcançar a tão sonhada formação?

3       JUSTIFICATIVA

O presente estudo levantará as possibilidades e vantagens que a modalidade de ensino à distância oferece, uma vez que tem se tornado grande a procura por instituições que ofertam cursos nessa modalidade e tem gerado dúvidas quanto à validação dessa aprendizagem transmitida através de tecnologias.

4   OBJETIVOS
4.1 OBJETIVOS GERAIS
·       Analisar a importância e possibilidade de aprendizagem nessa modalidade de ensino.

4.2  OBJETIVOS ESPÉCIFICOS

·       Investigar aspectos teóricos da importância de uma formação de qualidade;
·       Identificar a vantagens que a modalidade oferece, bem como os recursos utilizados para transmitir o conhecimento;
·       Comparar a modalidade presencial com a distância e levantar as diferenças.

5  FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Educação à distância é aprendizado planejado que ocorre normalmente em um lugar diferente do local de ensino, exigindo técnicas especiais de criação de um curso e de instrução, comunicação por meio de várias tecnologias e disposições organizacionais e administrativas especiais. (Moore e Kearsley, 2007, p.237).
Educação à distância é uma forma de ensino que possibilita a autoaprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação. (Diário Oficial da União decreto n°2494, de 10 de fevereiro de 1998).
A EAD serve para democratizar a educação em todos os seus níveis, oferecendo oportunidades de estudo aos indivíduos que normalmente não podem estudar devido à distância em que se encontram dos grandes centros urbanos, àqueles que precisam trabalhar durante o dia, ou àqueles que por razões de incapacitação física não podem locomover. (Litto 2003).

6  METODOLOGIA
          Este estudo tem como base uma pesquisa bibliográfica, visando alcançar os objetivos propostos.

7  REFERÊNCIAS

·       CORTELAZZO, Iolanda Bueno de Camargo, Prática Pedagógica, aprendizagem e avaliação em Educação à Distância. Intersaberes 2013;
·       PICCOLO, Marilda, Pedagogia- Palmas: Unintins/Educon,2007
Por 
Queila Alves 

Estudo para prova de Sistemas e Políticas Educacionais


v  CONSELHO ESCOLAR é o órgão colegiado responsável pela gestão da escola, em conjunto com a direção, representado pelos segmentos da comunidade escolar, pais, alunos, professores e funcionários.
v  CONSELHOS DE CLASSE é uma reunião avaliativa em que diversos especialistas envolvidos no processo ensino aprendizado discutem acerca da aprendizagem dos alunos, o desempenho dos docentes, os resultados das estratégias de ensino empregadas, a adequação da organização curricular e outros aspectos referente a esse processo.
v  GREMIO ESTUDANTIL é a organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação, tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade.
v  ELEIÇÕES DE DIRETORES a eleição acontece conforme lei especifica de cada sistema de ensino, diferenciando-se em muitos dele. Prevê ampla participação da comunidade escolar no processo de escolha sem intervenção das secretarias de educação.
v  PRE- CONSELHO tem como objetivo analisar de forma detalhado os problemas relacionados ao processo de ensino aprendizagem, de maneira individual de cada turma e aluno.
v  Na EDUCAÇAO JESUITICA o ensino escolar a missionação e a catequese eram três características que formavam um conjunto nessa prática.
v  Na EDUCAÇAO POMBALINA o mundo físico é considerado o foco predominante da atividade humana, passou a ser construída uma educação ativa e a razão está no centro.
v  Na EDUCAÇAO JOANINA uma das intenções da escolarização era formar o homem para servir o Estado.
v  O manifesto dos pioneiros de 1932 é um documento que foi elaborado por intelectuais, com o objetivo de interferir na educação do Brasil e no qual vislumbram um sistema mais elaborado e eficaz.
v  Sobre o escolanovismo é possível afirmar que os adeptos acreditavam que a criança deveria estar no centro da sua educação, ou seja, o educando deveria ser um sujeito ativo no seu aprendizado. O professor deve ser visto como um facilitador do aprendizado.
v  O objetivo das escolas de aprendizes criadas a partir de 1909 era capacitar pessoas para desempenhar as funções no trabalho, já que a economia estava em pleno desenvolvimento.
v  Pode-se afirmar que na Reforma Francisco Campos na Era Vargas, que uma de suas formulações era que o Ensino Superior deveria ser organizado no formato de Universidade.
v  O conhecimento histórico e historiográfico traz contribuições no campo educacional na interpretação dos problemas educativos e no entendimento da organização escolar brasileira.
v  É através da educação que o homem se humaniza.
v  Os fundamentos filosóficos a educação ajudam entender e definir a formação dos professores, a gestão das escolas os regimes de trabalho dos educadores e a organização do trabalho. Nos ajudam a ter clareza dos valores, dos sentidos a serem atingidos, e concorrem para as boas e profícuas praticas educativas.
v  A problematização sobre os agentes históricos, seu papel e sua participação na construção da história perpassa diferentes referenciais teóricos.
v  A cultura escolar é uma importante categoria para a pesquisa em história da educação.
v  Grande parte dos problemas de pesquisa, gerados a partir das proposições e preocupações dos autores citados, necessita de fontes relacionados ao cotidiano dos indivíduos e das instituições para serem respondidos. Compreender a dimensão mais subjetiva dos indivíduos e coletividades- suas representações crenças, valores é uma preocupação significativamente presente em referenciais utilizados na história da educação.
v  A educação na Idade Média no Ocidente: a Igreja Católica controlava o acesso a referencias e obras da cultura greco-romana e a educação nesse período era indissociável da formação do homem de fé. A memorização e a oralidade eram importantes elementos do método escolástico.
v  No período renascentista mudanças no âmbito educacional são decorrentes do novo panorama urbano, comercial e intelectual do Renascimento e começa haver reconhecimento da infância e da adolescência e de necessidades especificas a elas.
v  Os movimentos de Reforma protestante e de Contrarreforma católica tiveram desdobramentos nos âmbitos religioso, político e educacional. Defendia que os fiéis tivessem acesso direto à Bíblia, o que contribuiu para o aumento da demanda pela instrução elementar. Um dos principais elementos da Contrarreforma foi a criação da Companhia de Jesus, como função religiosa e educativa.
v  Para a catequização dos indígenas os jesuítas buscaram sistematizar a língua tupi e utilizaram práticas como a dança e a música. Nas ações jesuíticas a educação é necessariamente articulada à religião e à moral, desde os discursos até os conteúdos e normas disciplinares. Depois do século XVI tornou-se numerosas as casa de bê-a-bá e colégios.
v  A expulsão dos jesuítas de Portugal e do Brasil foi consequência do panorama político e intelectual da Europa no século XVIII. Nos séculos XVII e XVIII existiram pedagogos preocupados em propor uma educação mais aproximada da realidade, como Comenius. A escolarização, nesse contexto, passa ser compreendida pelos Estados- nações como instituição fundamental para a criação e fortalecimento da identidade nacional.
v  A escolarização em países europeus no sec.XIX: em geral, a ampliação da escolarização nesse contexto está associada à urbanização. Havia interesse de governos e intelectuais europeus em “civilizar” o povo por meio da escola e a crescente demanda da população pela escola indica uma valorização da cultura escrita.
v  Toda fonte histórica é um documento, mas nem todo documento se torna uma fonte histórica. Documento é todo registro ou testemunho do passado humano, traz inerente uma visão possível individual, institucional ou coletiva sobre o evento ou fenômeno a que se refere. Meio por qual é possível  selecionar e interrogar, tornando-se informações para o historiador.
v  No método mutuo o professor podia contar com a ajuda de alunos mais avançados para auxiliá-lo na explicação dos conteúdos aos demais colegas. Foi escolhido por D.João VI por permitir que um grande número de estudantes fosse para um professor.
v   A história da educação se utiliza de referenciais e métodos próprios da história, aperfeiçoando-os de acordo com seus objetos de estudo. Embora diferentes versões sobre um mesmo evento possam ser reconhecidos como possíveis, não e qualquer explicação que tem validade histórica.
v  Escolarização no Brasil: o ensino secundário tinha como finalidade principal e mais almejada pelos estudantes a preparação para o ingresso em cursos superiores. Os cursos técnicos e profissionalizantes eram pouco valorizados; uma das razoes para isso era a cultura discriminatória em relação a alguns trabalhos manuais e em todos os níveis de ensino havia falta de professores com formação adequada.
v  Contexto e panorama educacional início da Republica: ideais positivistas foram utilizados e defendidos por muitos participantes do movimento pela proclamação da República. A Constituição de 1891 foi inspirada no modelo de República Federativa norte-americana. A 1ª guerra Mundial teve implicações econômicas, política e sociais no Brasil. Muitos intelectuais debatiam a educação naquele contexto, como por exemplo, por meio das conferencias nacionais, organizadas pela Associação Brasileira de Educação embora a educação não tenha sido tema central de discussão na primeira assemblei constituinte republicana, ela esteve relacionada ao debate de outras questões, como na definição de quem teria o direito a voto. O estabelecimento de grupos escolares marcou de forma importante a implantação do método simultâneo de ensino.
v  O chamado ATO ADICIONAL À CONSTITUIÇAO de 1824 ficou decidido que a educação primaria e secundaria seria de responsabilidade das Províncias.
v  No início doa implantação das Escolas Normais era comum que só os homens frequentassem a escola, mais tarde é que se ampliou a cultura de formar tanto homens quanto mulheres.
v  No período imperial a educação primaria passou a ser de responsabilidade de cada província e o foco do governo era, principalmente a educação superior.
v  Problemas que foram evidenciados após a implementação da Lei 5692/1971: as disciplinas de História e Geografia perderam espaço na matriz curricular; a introdução obrigatória de disciplinas de cunho cívico, como educação moral e cívica e organização social e política brasileira; a retirada de conteúdo do 2º grau, implicando o crescimento do número de cursinhos preparatórios o favorecimento para a expansão da rede privada de ensino, por meio de subsídios públicos.
v  O objetivo da Escola Superior de Guerra(ESG), era levar a cabo o planejamento que priorizava a técnica e a eficiência capaz de promover aceleradamente o desenvolvimento econômico. Trata-se de reeducação que visa pressionar coercitivamente para promover a aceleração do desenvolvimento econômico.
v  A Ditadura Militar promoveu a supressão de direitos, a repressão e a censura de tudo aquilo que se colocava como alternativo ao governo.
v  São consequências dos Atos Institucionais: estabeleceu um regime autoritário, repressivo e centralizado; órgãos de controle e vigilância exerciam forte cerceamento a manifestações individuais ou coletivas; contrarias aos militares, compreendidas como de oposição e desordem.
v  O Plano Decenal de Educação é considerado um conjunto de diretrizes políticas voltado para a recuperação da escola fundamental no pais em ressonância com as resoluções da Conferencia Mundial da Educação.
v  Os Parâmetros Curriculares Nacionais são definidos como uma referência curricular comum para todo o Brasil. Pretendem orientar as ações educativas no ensino obrigatório e assim, melhorar a qualidade do ensino nas escolas brasileiras.
v  Minha Gente é um programa da era Collor que visava criar 5 mil Centros Integrados de Atendimentos à Criança(CIACs).
v  Nos anos 1990 houve um processo de reforma do Estado, que impactou na educação, como por exemplo pela descentralização e pela implantação de sistemas avaliativos para diferentes níveis de ensino. A Lei nº 9394 e o Fundef ambos de 1996, podem ser percebidos como articulados ao contexto político, econômico e social do período e o Plano de Desenvolvimento Educacional tem como um de seus objetivos o incremento da formação de professores.
v  No panorama quantitativo da edc. no Brasil 1991 e 2007,ocorreu nesse período um aumento no número de vagas para a educação infantil, tanto para creches quanto para pré-escolas; no ensino fundamental começou a haver, ao final do período, uma diminuição no número de estabelecimentos e de matriculas. Teve aumento de 100% de estabelecimentos e matrículas no ensino superior.
v  Atualmente, os municípios são os principais responsáveis pelo atendimento à educação infantil e aos anos iniciais do ensino fundamental. A formação de professores é um desafio presente para toda a educação básica, sendo mais sério nas fases iniciais da educação/escolarização e no ensino superior os professores com título de especialista estão mais concentrados nas instituições privadas de ensino.
v  A relação entre história e história da educação é evidenciar como aas proposições assumidas para a produção do conhecimento histórico envolvem necessariamente as pessoas comuns, o cotidiano as práticas sociais, entre outros.
v  Com a chegada da família real, houve a criação de cátedras e instituições culturais e educacionais, com ênfase no ensino superior e as iniciativas da educação primaria foram praticamente nulas limitadas as escolas de ler e escrever e as aulas regias.
v  No governo Getulista e no período Democrático a escola permanecia como instituição em que orientações civilizadores poderiam e deveriam ser propagadas.
v  A escolarização no Brasil, no governo Getulista e período democrático(1930-1964), a organização educacional do período foi configurada, principalmente pelas Reformas Francisco Campos e Gustavo capanema e pela primeira LDBEN. A preocupação com o desenvolvimento do pais e a articulação com a formação para o trabalho foram fortes influencias para os rumos da educação. A criação do Ministério da Educação e da Saúde foi feita no contexto de organização de uma estrutura de Estado no Brasil.
v  No panorama educacional no século XIX e início do século XX houve mudanças   importantes, tanto no âmbito político, quanto nos aspectos econômicos e social. Implicou uma distinta conformação da sociedade, novas relações trabalhistas e uma urbanização que, embora aparentemente insípida, para a época foi muito relevante.
v  No período da Ditadura Civil Militar (1969-1985), as preocupações em relação ao desenvolvimento do pais e à segurança nacional refletiram na escola, destacando-se a criação de disciplinas de ênfase cívica. A Lei 5692/1971, que reorganiza e renomeava o ensino primário e secundário, estabeleceu a obrigatoriedade da formação profissionalizante no 2º grau. A Lei 5540/1968 foi elaborada sob forte influência de diretrizes estabelecidas ela Escola Superior de Guerra e pelos acordos MEC/USAID.
v  Nos preceitos da LDBEN a avaliação pode ocorrer com base no aproveitamento do aluno na sua respectiva fase escolar; pode ocorrer de forma automática, independente do resultado dos alunos e pode definir a etapa escolar adequada para o aluno de acordo com o seu desenvolvimento.
v  Função normativa diz respeito à instituição das formas de organização e regras de funcionamento educacionais.
v  Função redistributiva diz respeito à promoção do redirecionamento dos recursos das regiões mais para as menos favorecidas.
v  Função supletiva diz respeito à complementação dos sistema escolares quando a ação dos estados e municípios por insuficiente.
v  São exemplos de ensino ofertados pelos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia o ensino médio integrado ao profissional e bacharelados em engenharias.
v  Escola Filantrópica é mantida por empresas ou associações, mas sua atuação não visa fins lucrativos.
v  Escolas Confessionais possuem regulação legislativa diferenciada quanto à tributação e costuma ser mantida por instituição religiosa.
v  Escolas cooperativas são privadas e mantidas pelos pai dos alunos, que se associam para gerir, em conjunto a instituição.
v  Escolas empresarias mantidas por proprietários, caracterizados como investidores e que tem o lucro como finalidade.
v  Escolas comunitárias mantida pela comunidade e comumente administrada pela associação de moradores do bairro.
v  Paradigma Tradicional, Restrita a questões objetivas: porque, como, o que levou, buscando “a” resposta correta, e pressupondo que há uma única resposta correta;  A história é objetiva, ou seja, o historiador deve apresentar os fatos como eles acontecem. Os fatos são apresentados pelo historiador de forma objetiva, ou seja, como aconteceram. A história tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes homens”. A história tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes homens”.
v  Nova História, Busca articular elementos individuais e coletivos, tendências e acontecimentos para a compreensão do evento;  Não é possível absoluta objetividade na construção de explicação histórica, tanto por parte dos sujeitos envolvidos no evento quanto do historiador. Busca compreender a vida, as experiências e o pensamento das pessoas comuns. Aceita uma maior variedade de documentos e registros, escritos, visuais e orais, por exemplo como fontes.
v  A  Lei 9.394/96 foi promulgada após 8 anos de debate no Congresso Nacional.
v  A ANEB tem por foco a avaliação das redes publicas de educação.
v  Prova Brasil é formulada com base na Matriz Curricular de Referencia, articulando tanto o domínio de sabres como de operações mentais.
v  Provinha Brasil é um dos instrumentos da Anresc, que avalia a qualidade da alfabetização  ofertada aos estudantes de até 8 anos de idade.
v  Educacenso é o sistema de coleta de dados para o Censo Escolar.
v  Ideb( índice de desenvolvimento da educação básica) é o instrumento utilizado pelas autoridades governamentais na elaboração dos planejamentos de políticas educacionais. 
Por Queila Alves


 Formação para mesários realizada em Galileia no Conselho Particular São Geraldo em janeiro de 2023. Momento importante de conhecimento e re...