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O biocentrismo trouxe novas perspectivas para
a gestão ambiental, pois considera o meio ambiente como o resultante, aquilo
que, emerge das relações, tantos dos seres entre si (incluindo o homem) com o
meio físico- natural.
• Os técnicos convivem com dificuldades, como falta de equipes
técnicas adequadas, recursos financeiros escassos e instalações precárias,
falta de acesso a informações e, muitas vezes, falta de apoio da chefia entre
outros obstáculos. A falta de condições de trabalho é crônica e há, inclusive,
a falta de vontade politica dos governantes.
• As ONGs ambientalistas, os movimentos sociais, as
associações comunitárias, as entidades de classe, ente outras, fazem parte das
organizações não governamentais.
• Empreendimentos potencialmente poluidores sem licença
ambiental colocam em risco a integridade dos ecossistemas e interferem
negativamente na qualidade de vida das populações que vivem no local onde eles
ocorrem.
• Na esfera estatal, os atores sociais são instancias dos
poderes públicos como o Executivo, que compreende a União, os Estados, o senado
Federal, os municípios e as câmaras de vereadores.
• Na questão ambiental a união entre ser humano e meio físico-
natural resulta no próprio meio ambiente. Produz mudanças tanto positivas como
negativas na qualidade do meio ambiente. Há diferença de método em que a
sociedade, ao longo do tempo interage com o meio físico- natural.
• Na gestão ambiental como mediação de conflitos a
Constituição de 1988 fez do Poder Publico o principal responsável pela
garantia, a todos os brasileiros do direito ao meio ambiente ecologicamente
equilibrado. A realização de mediação de interesses e conflitos, entre atores
sociais cuja atuação se faz sobre o meio físico- natural. Não é neutra, mas sim
participativa, pois somente dessa maneira é possível avaliar custas e
benefícios de forma transparente.
• O problema ambiental caracteriza-se pela constatação e pela
conscientização da existência de um dano ao meio ambiente; é uma etapa de
analise e de conclusão. Já o conflito ambiental caracteriza-se pela mobilização
dos atores sociais em um processo de interrupção ou eliminação do problema
ambiental. É uma etapa de ação transformadora.
• O Prad ( Plano de Recuperação de Área Degradada) é exigido
como instrumento técnico que visa subsidiar o licenciamento ou a renovação, bem
como recuperar o passivo ambiental. Identifica os processos de transformação
ambiental; hierarquiza os itens de passivo, em termos de sua
representatividade, assim como de seus processos causadores e esse plano
estabelece medidas corretivas e preventivas para cumprir as necessidades de
reabilitação ambiental da área.
Por Queila Alves
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