v CONSELHO ESCOLAR é o
órgão colegiado responsável pela gestão da escola, em conjunto com a direção,
representado pelos segmentos da comunidade escolar, pais, alunos, professores e
funcionários.
v CONSELHOS DE CLASSE é
uma reunião avaliativa em que diversos especialistas envolvidos no processo
ensino aprendizado discutem acerca da aprendizagem dos alunos, o desempenho dos
docentes, os resultados das estratégias de ensino empregadas, a adequação da
organização curricular e outros aspectos referente a esse processo.
v GREMIO ESTUDANTIL é a
organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite
que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação,
tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade.
v ELEIÇÕES DE DIRETORES a
eleição acontece conforme lei especifica de cada sistema de ensino,
diferenciando-se em muitos dele. Prevê ampla participação da comunidade escolar
no processo de escolha sem intervenção das secretarias de educação.
v PRE- CONSELHO tem
como objetivo analisar de forma detalhado os problemas relacionados ao processo
de ensino aprendizagem, de maneira individual de cada turma e aluno.
v Na EDUCAÇAO JESUITICA o
ensino escolar a missionação e a catequese eram três características que
formavam um conjunto nessa prática.
v Na EDUCAÇAO POMBALINA o
mundo físico é considerado o foco predominante da atividade humana, passou a
ser construída uma educação ativa e a razão está no centro.
v Na EDUCAÇAO JOANINA uma
das intenções da escolarização era formar o homem para servir o Estado.
v O manifesto dos pioneiros de 1932 é
um documento que foi elaborado por intelectuais, com o objetivo de interferir
na educação do Brasil e no qual vislumbram um sistema mais elaborado e eficaz.
v Sobre o escolanovismo é possível
afirmar que os adeptos acreditavam que a criança deveria estar no centro da sua
educação, ou seja, o educando deveria ser um sujeito ativo no seu aprendizado.
O professor deve ser visto como um facilitador do aprendizado.
v O objetivo das escolas de aprendizes
criadas a partir de 1909 era capacitar pessoas para desempenhar as funções no
trabalho, já que a economia estava em pleno desenvolvimento.
v Pode-se afirmar que na Reforma
Francisco Campos na Era Vargas, que uma de suas formulações era que o Ensino
Superior deveria ser organizado no formato de Universidade.
v O conhecimento histórico e
historiográfico traz contribuições no campo educacional na
interpretação dos problemas educativos e no entendimento da organização escolar
brasileira.
v É através da educação que
o homem se humaniza.
v Os fundamentos filosóficos a educação
ajudam entender e definir a formação dos professores, a gestão das escolas os
regimes de trabalho dos educadores e a organização do trabalho. Nos ajudam a
ter clareza dos valores, dos sentidos a serem atingidos, e concorrem para as
boas e profícuas praticas educativas.
v A problematização sobre os
agentes históricos, seu papel e sua participação na construção da história
perpassa diferentes referenciais teóricos.
v A cultura escolar é uma
importante categoria para a pesquisa em história da educação.
v Grande parte dos problemas de
pesquisa, gerados a partir das proposições e preocupações dos autores citados,
necessita de fontes relacionados ao cotidiano dos indivíduos e das instituições
para serem respondidos. Compreender a dimensão mais subjetiva dos indivíduos e
coletividades- suas representações crenças, valores é uma preocupação
significativamente presente em referenciais utilizados na história da educação.
v A educação na Idade Média no
Ocidente: a Igreja Católica controlava o acesso a referencias e obras da
cultura greco-romana e a educação nesse período era indissociável da formação
do homem de fé. A memorização e a oralidade eram importantes elementos do
método escolástico.
v No período renascentista mudanças no
âmbito educacional são decorrentes do novo panorama urbano, comercial e
intelectual do Renascimento e começa haver reconhecimento da infância e da
adolescência e de necessidades especificas a elas.
v Os movimentos de Reforma protestante e
de Contrarreforma católica tiveram desdobramentos nos âmbitos religioso, político
e educacional. Defendia que os fiéis tivessem acesso direto à Bíblia, o que
contribuiu para o aumento da demanda pela instrução elementar. Um dos
principais elementos da Contrarreforma foi a criação da Companhia de Jesus,
como função religiosa e educativa.
v Para a catequização dos indígenas os
jesuítas buscaram sistematizar a língua tupi e utilizaram práticas como a dança
e a música. Nas ações jesuíticas a educação é necessariamente articulada à
religião e à moral, desde os discursos até os conteúdos e normas disciplinares.
Depois do século XVI tornou-se numerosas as casa de bê-a-bá e colégios.
v A expulsão dos jesuítas de Portugal e
do Brasil foi consequência do panorama político e intelectual da Europa no
século XVIII. Nos séculos XVII e XVIII existiram pedagogos preocupados em
propor uma educação mais aproximada da realidade, como Comenius. A
escolarização, nesse contexto, passa ser compreendida pelos Estados- nações
como instituição fundamental para a criação e fortalecimento da identidade
nacional.
v A escolarização em países europeus no
sec.XIX: em geral, a ampliação da escolarização nesse contexto
está associada à urbanização. Havia interesse de governos e intelectuais
europeus em “civilizar” o povo por meio da escola e a crescente demanda da
população pela escola indica uma valorização da cultura escrita.
v Toda fonte histórica é um documento,
mas nem todo documento se torna uma fonte histórica. Documento é todo registro
ou testemunho do passado humano, traz inerente uma visão possível individual,
institucional ou coletiva sobre o evento ou fenômeno a que se refere. Meio por qual é possível selecionar e
interrogar, tornando-se informações para o historiador.
v No método mutuo o professor
podia contar com a ajuda de alunos mais avançados para auxiliá-lo na explicação
dos conteúdos aos demais colegas. Foi escolhido por D.João VI por permitir que
um grande número de estudantes fosse para um professor.
v A
história da educação se utiliza de referenciais e métodos
próprios da história, aperfeiçoando-os de acordo com seus objetos de estudo.
Embora diferentes versões sobre um mesmo evento possam ser reconhecidos como
possíveis, não e qualquer explicação que tem validade histórica.
v Escolarização no Brasil: o
ensino secundário tinha como finalidade principal e mais almejada pelos estudantes a preparação para o
ingresso em cursos superiores. Os cursos técnicos e profissionalizantes
eram pouco valorizados; uma das razoes para isso era a cultura discriminatória
em relação a alguns trabalhos manuais e em todos os níveis de ensino havia
falta de professores com formação adequada.
v Contexto e panorama educacional início
da Republica: ideais positivistas foram utilizados e
defendidos por muitos participantes do movimento pela proclamação da República.
A Constituição de 1891 foi inspirada no modelo de República Federativa
norte-americana. A 1ª guerra Mundial teve implicações econômicas, política e
sociais no Brasil. Muitos intelectuais debatiam a educação naquele contexto,
como por exemplo, por meio das conferencias nacionais, organizadas pela
Associação Brasileira de Educação embora a educação não tenha sido tema central
de discussão na primeira assemblei constituinte republicana, ela esteve
relacionada ao debate de outras questões, como na definição de quem teria o
direito a voto. O estabelecimento de grupos escolares marcou de forma
importante a implantação do método simultâneo de ensino.
v O chamado ATO ADICIONAL À
CONSTITUIÇAO de 1824 ficou decidido que a educação primaria e secundaria seria
de responsabilidade das Províncias.
v No início doa implantação das
Escolas Normais era comum que só os homens frequentassem a escola, mais tarde é
que se ampliou a cultura de formar tanto homens quanto mulheres.
v No período imperial a educação
primaria passou a ser de responsabilidade de cada província e o foco do governo
era, principalmente a educação superior.
v Problemas que foram evidenciados
após a implementação da Lei 5692/1971: as disciplinas de História e Geografia
perderam espaço na matriz curricular; a introdução obrigatória de disciplinas
de cunho cívico, como educação moral e cívica e organização social e política
brasileira; a retirada de conteúdo do 2º grau, implicando o crescimento do número
de cursinhos preparatórios o favorecimento para a expansão da rede privada de
ensino, por meio de subsídios públicos.
v O objetivo da Escola Superior de Guerra(ESG), era
levar a cabo o planejamento que priorizava a técnica e a eficiência capaz de
promover aceleradamente o desenvolvimento econômico. Trata-se de reeducação que
visa pressionar coercitivamente para promover a aceleração do desenvolvimento
econômico.
v A Ditadura Militar promoveu a supressão de direitos, a repressão e a
censura de tudo aquilo que se colocava como alternativo ao governo.
v São
consequências dos Atos Institucionais: estabeleceu um regime autoritário,
repressivo e centralizado; órgãos de controle e vigilância exerciam forte
cerceamento a manifestações individuais ou coletivas; contrarias aos militares,
compreendidas como de oposição e desordem.
v O Plano Decenal de Educação é considerado um conjunto de diretrizes
políticas voltado para a recuperação da escola fundamental no pais em
ressonância com as resoluções da Conferencia Mundial da Educação.
v Os Parâmetros Curriculares Nacionais são definidos como uma referência
curricular comum para todo o Brasil. Pretendem orientar as ações educativas no
ensino obrigatório e assim, melhorar a qualidade do ensino nas escolas
brasileiras.
v Minha Gente é
um programa da era Collor que visava criar 5 mil Centros Integrados de
Atendimentos à Criança(CIACs).
v Nos anos 1990
houve um processo de reforma do Estado, que impactou na educação, como por
exemplo pela descentralização e pela implantação de sistemas avaliativos para
diferentes níveis de ensino. A Lei nº 9394 e o Fundef ambos de 1996, podem ser
percebidos como articulados ao contexto político, econômico e social do período
e o Plano de Desenvolvimento Educacional tem como um de seus objetivos o
incremento da formação de professores.
v No panorama quantitativo da edc. no
Brasil 1991 e 2007,ocorreu nesse período um aumento no número
de vagas para a educação infantil, tanto para creches quanto para pré-escolas;
no ensino fundamental começou a haver, ao final do período, uma diminuição no
número de estabelecimentos e de matriculas. Teve aumento de 100% de
estabelecimentos e matrículas no ensino superior.
v Atualmente, os municípios são
os principais responsáveis pelo atendimento à educação infantil e aos anos
iniciais do ensino fundamental. A formação de professores é um desafio presente
para toda a educação básica, sendo mais sério nas fases iniciais da
educação/escolarização e no ensino superior os professores com título de
especialista estão mais concentrados nas instituições privadas de ensino.
v A relação entre história e
história da educação é evidenciar como aas proposições assumidas para a
produção do conhecimento histórico envolvem necessariamente as pessoas comuns,
o cotidiano as práticas sociais, entre outros.
v Com a chegada da
família real, houve a criação de cátedras e instituições culturais e
educacionais, com ênfase no ensino superior e as iniciativas da educação
primaria foram praticamente nulas limitadas as escolas de ler e escrever e as
aulas regias.
v No governo Getulista e no
período Democrático a escola permanecia como instituição em que orientações
civilizadores poderiam e deveriam ser propagadas.
v A escolarização no Brasil, no
governo Getulista e período democrático(1930-1964), a organização educacional
do período foi configurada, principalmente pelas Reformas Francisco Campos e
Gustavo capanema e pela primeira LDBEN. A preocupação com o desenvolvimento do
pais e a articulação com a formação para o trabalho foram fortes influencias
para os rumos da educação. A criação do Ministério da Educação e da Saúde foi
feita no contexto de organização de uma estrutura de Estado no Brasil.
v No panorama educacional no
século XIX e início do século XX houve mudanças importantes, tanto no âmbito político,
quanto nos aspectos econômicos e social. Implicou uma distinta conformação da
sociedade, novas relações trabalhistas e uma urbanização que, embora
aparentemente insípida, para a época foi muito relevante.
v No período da Ditadura Civil Militar
(1969-1985), as preocupações em relação ao
desenvolvimento do pais e à segurança nacional refletiram na escola,
destacando-se a criação de disciplinas de ênfase cívica. A Lei 5692/1971, que
reorganiza e renomeava o ensino primário e secundário, estabeleceu a obrigatoriedade
da formação profissionalizante no 2º grau. A Lei 5540/1968 foi elaborada sob
forte influência de diretrizes estabelecidas ela Escola Superior de Guerra e
pelos acordos MEC/USAID.
v Nos preceitos da LDBEN a
avaliação pode ocorrer com base no aproveitamento do aluno na sua respectiva
fase escolar; pode ocorrer de forma automática, independente do resultado dos
alunos e pode definir a etapa escolar adequada para o aluno de acordo com o seu
desenvolvimento.
v Função normativa diz
respeito à instituição das formas de organização e regras de funcionamento
educacionais.
v Função redistributiva diz
respeito à promoção do redirecionamento dos recursos das regiões mais para as
menos favorecidas.
v Função supletiva diz
respeito à complementação dos sistema escolares quando a ação dos estados e
municípios por insuficiente.
v São exemplos de ensino ofertados
pelos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia o ensino médio
integrado ao profissional e bacharelados em engenharias.
v Escola Filantrópica é
mantida por empresas ou associações,
mas sua atuação não visa fins lucrativos.
v Escolas Confessionais possuem
regulação legislativa diferenciada quanto à tributação e costuma ser mantida
por instituição religiosa.
v Escolas cooperativas são
privadas e mantidas pelos pai dos alunos, que se associam para gerir, em
conjunto a instituição.
v Escolas empresarias mantidas
por proprietários, caracterizados como investidores e que tem o lucro como
finalidade.
v Escolas comunitárias mantida
pela comunidade e comumente administrada pela associação de moradores do
bairro.
v Paradigma Tradicional, Restrita
a questões objetivas: porque, como, o que levou, buscando “a” resposta correta,
e pressupondo que há uma única resposta correta; A história é objetiva, ou seja, o historiador
deve apresentar os fatos como eles acontecem. Os fatos são apresentados pelo
historiador de forma objetiva, ou seja, como aconteceram. A história
tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes homens”. A
história tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes
homens”.
v Nova História, Busca articular elementos
individuais e coletivos, tendências e acontecimentos para a compreensão do
evento; Não é possível absoluta
objetividade na construção de explicação histórica, tanto por parte dos
sujeitos envolvidos no evento quanto do historiador. Busca compreender a vida,
as experiências e o pensamento das pessoas comuns. Aceita uma maior variedade
de documentos e registros, escritos, visuais e orais, por exemplo como fontes.
v A Lei
9.394/96 foi promulgada após 8 anos de debate no Congresso
Nacional.
v A ANEB tem por foco a
avaliação das redes publicas de educação.
v Prova Brasil é formulada com base na Matriz
Curricular de Referencia, articulando tanto o domínio de sabres como de
operações mentais.
v Provinha Brasil é um dos instrumentos da Anresc,
que avalia a qualidade da alfabetização
ofertada aos estudantes de até 8 anos de idade.
v Educacenso é o sistema de coleta de dados para o Censo
Escolar.
v Ideb( índice de desenvolvimento da educação básica)
é o
instrumento utilizado pelas autoridades governamentais na elaboração dos
planejamentos de políticas educacionais.
Por Queila Alves
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