sábado, 14 de abril de 2018

Estudo para prova de Sistemas e Políticas Educacionais


v  CONSELHO ESCOLAR é o órgão colegiado responsável pela gestão da escola, em conjunto com a direção, representado pelos segmentos da comunidade escolar, pais, alunos, professores e funcionários.
v  CONSELHOS DE CLASSE é uma reunião avaliativa em que diversos especialistas envolvidos no processo ensino aprendizado discutem acerca da aprendizagem dos alunos, o desempenho dos docentes, os resultados das estratégias de ensino empregadas, a adequação da organização curricular e outros aspectos referente a esse processo.
v  GREMIO ESTUDANTIL é a organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação, tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade.
v  ELEIÇÕES DE DIRETORES a eleição acontece conforme lei especifica de cada sistema de ensino, diferenciando-se em muitos dele. Prevê ampla participação da comunidade escolar no processo de escolha sem intervenção das secretarias de educação.
v  PRE- CONSELHO tem como objetivo analisar de forma detalhado os problemas relacionados ao processo de ensino aprendizagem, de maneira individual de cada turma e aluno.
v  Na EDUCAÇAO JESUITICA o ensino escolar a missionação e a catequese eram três características que formavam um conjunto nessa prática.
v  Na EDUCAÇAO POMBALINA o mundo físico é considerado o foco predominante da atividade humana, passou a ser construída uma educação ativa e a razão está no centro.
v  Na EDUCAÇAO JOANINA uma das intenções da escolarização era formar o homem para servir o Estado.
v  O manifesto dos pioneiros de 1932 é um documento que foi elaborado por intelectuais, com o objetivo de interferir na educação do Brasil e no qual vislumbram um sistema mais elaborado e eficaz.
v  Sobre o escolanovismo é possível afirmar que os adeptos acreditavam que a criança deveria estar no centro da sua educação, ou seja, o educando deveria ser um sujeito ativo no seu aprendizado. O professor deve ser visto como um facilitador do aprendizado.
v  O objetivo das escolas de aprendizes criadas a partir de 1909 era capacitar pessoas para desempenhar as funções no trabalho, já que a economia estava em pleno desenvolvimento.
v  Pode-se afirmar que na Reforma Francisco Campos na Era Vargas, que uma de suas formulações era que o Ensino Superior deveria ser organizado no formato de Universidade.
v  O conhecimento histórico e historiográfico traz contribuições no campo educacional na interpretação dos problemas educativos e no entendimento da organização escolar brasileira.
v  É através da educação que o homem se humaniza.
v  Os fundamentos filosóficos a educação ajudam entender e definir a formação dos professores, a gestão das escolas os regimes de trabalho dos educadores e a organização do trabalho. Nos ajudam a ter clareza dos valores, dos sentidos a serem atingidos, e concorrem para as boas e profícuas praticas educativas.
v  A problematização sobre os agentes históricos, seu papel e sua participação na construção da história perpassa diferentes referenciais teóricos.
v  A cultura escolar é uma importante categoria para a pesquisa em história da educação.
v  Grande parte dos problemas de pesquisa, gerados a partir das proposições e preocupações dos autores citados, necessita de fontes relacionados ao cotidiano dos indivíduos e das instituições para serem respondidos. Compreender a dimensão mais subjetiva dos indivíduos e coletividades- suas representações crenças, valores é uma preocupação significativamente presente em referenciais utilizados na história da educação.
v  A educação na Idade Média no Ocidente: a Igreja Católica controlava o acesso a referencias e obras da cultura greco-romana e a educação nesse período era indissociável da formação do homem de fé. A memorização e a oralidade eram importantes elementos do método escolástico.
v  No período renascentista mudanças no âmbito educacional são decorrentes do novo panorama urbano, comercial e intelectual do Renascimento e começa haver reconhecimento da infância e da adolescência e de necessidades especificas a elas.
v  Os movimentos de Reforma protestante e de Contrarreforma católica tiveram desdobramentos nos âmbitos religioso, político e educacional. Defendia que os fiéis tivessem acesso direto à Bíblia, o que contribuiu para o aumento da demanda pela instrução elementar. Um dos principais elementos da Contrarreforma foi a criação da Companhia de Jesus, como função religiosa e educativa.
v  Para a catequização dos indígenas os jesuítas buscaram sistematizar a língua tupi e utilizaram práticas como a dança e a música. Nas ações jesuíticas a educação é necessariamente articulada à religião e à moral, desde os discursos até os conteúdos e normas disciplinares. Depois do século XVI tornou-se numerosas as casa de bê-a-bá e colégios.
v  A expulsão dos jesuítas de Portugal e do Brasil foi consequência do panorama político e intelectual da Europa no século XVIII. Nos séculos XVII e XVIII existiram pedagogos preocupados em propor uma educação mais aproximada da realidade, como Comenius. A escolarização, nesse contexto, passa ser compreendida pelos Estados- nações como instituição fundamental para a criação e fortalecimento da identidade nacional.
v  A escolarização em países europeus no sec.XIX: em geral, a ampliação da escolarização nesse contexto está associada à urbanização. Havia interesse de governos e intelectuais europeus em “civilizar” o povo por meio da escola e a crescente demanda da população pela escola indica uma valorização da cultura escrita.
v  Toda fonte histórica é um documento, mas nem todo documento se torna uma fonte histórica. Documento é todo registro ou testemunho do passado humano, traz inerente uma visão possível individual, institucional ou coletiva sobre o evento ou fenômeno a que se refere. Meio por qual é possível  selecionar e interrogar, tornando-se informações para o historiador.
v  No método mutuo o professor podia contar com a ajuda de alunos mais avançados para auxiliá-lo na explicação dos conteúdos aos demais colegas. Foi escolhido por D.João VI por permitir que um grande número de estudantes fosse para um professor.
v   A história da educação se utiliza de referenciais e métodos próprios da história, aperfeiçoando-os de acordo com seus objetos de estudo. Embora diferentes versões sobre um mesmo evento possam ser reconhecidos como possíveis, não e qualquer explicação que tem validade histórica.
v  Escolarização no Brasil: o ensino secundário tinha como finalidade principal e mais almejada pelos estudantes a preparação para o ingresso em cursos superiores. Os cursos técnicos e profissionalizantes eram pouco valorizados; uma das razoes para isso era a cultura discriminatória em relação a alguns trabalhos manuais e em todos os níveis de ensino havia falta de professores com formação adequada.
v  Contexto e panorama educacional início da Republica: ideais positivistas foram utilizados e defendidos por muitos participantes do movimento pela proclamação da República. A Constituição de 1891 foi inspirada no modelo de República Federativa norte-americana. A 1ª guerra Mundial teve implicações econômicas, política e sociais no Brasil. Muitos intelectuais debatiam a educação naquele contexto, como por exemplo, por meio das conferencias nacionais, organizadas pela Associação Brasileira de Educação embora a educação não tenha sido tema central de discussão na primeira assemblei constituinte republicana, ela esteve relacionada ao debate de outras questões, como na definição de quem teria o direito a voto. O estabelecimento de grupos escolares marcou de forma importante a implantação do método simultâneo de ensino.
v  O chamado ATO ADICIONAL À CONSTITUIÇAO de 1824 ficou decidido que a educação primaria e secundaria seria de responsabilidade das Províncias.
v  No início doa implantação das Escolas Normais era comum que só os homens frequentassem a escola, mais tarde é que se ampliou a cultura de formar tanto homens quanto mulheres.
v  No período imperial a educação primaria passou a ser de responsabilidade de cada província e o foco do governo era, principalmente a educação superior.
v  Problemas que foram evidenciados após a implementação da Lei 5692/1971: as disciplinas de História e Geografia perderam espaço na matriz curricular; a introdução obrigatória de disciplinas de cunho cívico, como educação moral e cívica e organização social e política brasileira; a retirada de conteúdo do 2º grau, implicando o crescimento do número de cursinhos preparatórios o favorecimento para a expansão da rede privada de ensino, por meio de subsídios públicos.
v  O objetivo da Escola Superior de Guerra(ESG), era levar a cabo o planejamento que priorizava a técnica e a eficiência capaz de promover aceleradamente o desenvolvimento econômico. Trata-se de reeducação que visa pressionar coercitivamente para promover a aceleração do desenvolvimento econômico.
v  A Ditadura Militar promoveu a supressão de direitos, a repressão e a censura de tudo aquilo que se colocava como alternativo ao governo.
v  São consequências dos Atos Institucionais: estabeleceu um regime autoritário, repressivo e centralizado; órgãos de controle e vigilância exerciam forte cerceamento a manifestações individuais ou coletivas; contrarias aos militares, compreendidas como de oposição e desordem.
v  O Plano Decenal de Educação é considerado um conjunto de diretrizes políticas voltado para a recuperação da escola fundamental no pais em ressonância com as resoluções da Conferencia Mundial da Educação.
v  Os Parâmetros Curriculares Nacionais são definidos como uma referência curricular comum para todo o Brasil. Pretendem orientar as ações educativas no ensino obrigatório e assim, melhorar a qualidade do ensino nas escolas brasileiras.
v  Minha Gente é um programa da era Collor que visava criar 5 mil Centros Integrados de Atendimentos à Criança(CIACs).
v  Nos anos 1990 houve um processo de reforma do Estado, que impactou na educação, como por exemplo pela descentralização e pela implantação de sistemas avaliativos para diferentes níveis de ensino. A Lei nº 9394 e o Fundef ambos de 1996, podem ser percebidos como articulados ao contexto político, econômico e social do período e o Plano de Desenvolvimento Educacional tem como um de seus objetivos o incremento da formação de professores.
v  No panorama quantitativo da edc. no Brasil 1991 e 2007,ocorreu nesse período um aumento no número de vagas para a educação infantil, tanto para creches quanto para pré-escolas; no ensino fundamental começou a haver, ao final do período, uma diminuição no número de estabelecimentos e de matriculas. Teve aumento de 100% de estabelecimentos e matrículas no ensino superior.
v  Atualmente, os municípios são os principais responsáveis pelo atendimento à educação infantil e aos anos iniciais do ensino fundamental. A formação de professores é um desafio presente para toda a educação básica, sendo mais sério nas fases iniciais da educação/escolarização e no ensino superior os professores com título de especialista estão mais concentrados nas instituições privadas de ensino.
v  A relação entre história e história da educação é evidenciar como aas proposições assumidas para a produção do conhecimento histórico envolvem necessariamente as pessoas comuns, o cotidiano as práticas sociais, entre outros.
v  Com a chegada da família real, houve a criação de cátedras e instituições culturais e educacionais, com ênfase no ensino superior e as iniciativas da educação primaria foram praticamente nulas limitadas as escolas de ler e escrever e as aulas regias.
v  No governo Getulista e no período Democrático a escola permanecia como instituição em que orientações civilizadores poderiam e deveriam ser propagadas.
v  A escolarização no Brasil, no governo Getulista e período democrático(1930-1964), a organização educacional do período foi configurada, principalmente pelas Reformas Francisco Campos e Gustavo capanema e pela primeira LDBEN. A preocupação com o desenvolvimento do pais e a articulação com a formação para o trabalho foram fortes influencias para os rumos da educação. A criação do Ministério da Educação e da Saúde foi feita no contexto de organização de uma estrutura de Estado no Brasil.
v  No panorama educacional no século XIX e início do século XX houve mudanças   importantes, tanto no âmbito político, quanto nos aspectos econômicos e social. Implicou uma distinta conformação da sociedade, novas relações trabalhistas e uma urbanização que, embora aparentemente insípida, para a época foi muito relevante.
v  No período da Ditadura Civil Militar (1969-1985), as preocupações em relação ao desenvolvimento do pais e à segurança nacional refletiram na escola, destacando-se a criação de disciplinas de ênfase cívica. A Lei 5692/1971, que reorganiza e renomeava o ensino primário e secundário, estabeleceu a obrigatoriedade da formação profissionalizante no 2º grau. A Lei 5540/1968 foi elaborada sob forte influência de diretrizes estabelecidas ela Escola Superior de Guerra e pelos acordos MEC/USAID.
v  Nos preceitos da LDBEN a avaliação pode ocorrer com base no aproveitamento do aluno na sua respectiva fase escolar; pode ocorrer de forma automática, independente do resultado dos alunos e pode definir a etapa escolar adequada para o aluno de acordo com o seu desenvolvimento.
v  Função normativa diz respeito à instituição das formas de organização e regras de funcionamento educacionais.
v  Função redistributiva diz respeito à promoção do redirecionamento dos recursos das regiões mais para as menos favorecidas.
v  Função supletiva diz respeito à complementação dos sistema escolares quando a ação dos estados e municípios por insuficiente.
v  São exemplos de ensino ofertados pelos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia o ensino médio integrado ao profissional e bacharelados em engenharias.
v  Escola Filantrópica é mantida por empresas ou associações, mas sua atuação não visa fins lucrativos.
v  Escolas Confessionais possuem regulação legislativa diferenciada quanto à tributação e costuma ser mantida por instituição religiosa.
v  Escolas cooperativas são privadas e mantidas pelos pai dos alunos, que se associam para gerir, em conjunto a instituição.
v  Escolas empresarias mantidas por proprietários, caracterizados como investidores e que tem o lucro como finalidade.
v  Escolas comunitárias mantida pela comunidade e comumente administrada pela associação de moradores do bairro.
v  Paradigma Tradicional, Restrita a questões objetivas: porque, como, o que levou, buscando “a” resposta correta, e pressupondo que há uma única resposta correta;  A história é objetiva, ou seja, o historiador deve apresentar os fatos como eles acontecem. Os fatos são apresentados pelo historiador de forma objetiva, ou seja, como aconteceram. A história tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes homens”. A história tradicional está voltada para os grandes acontecimentos e “grandes homens”.
v  Nova História, Busca articular elementos individuais e coletivos, tendências e acontecimentos para a compreensão do evento;  Não é possível absoluta objetividade na construção de explicação histórica, tanto por parte dos sujeitos envolvidos no evento quanto do historiador. Busca compreender a vida, as experiências e o pensamento das pessoas comuns. Aceita uma maior variedade de documentos e registros, escritos, visuais e orais, por exemplo como fontes.
v  A  Lei 9.394/96 foi promulgada após 8 anos de debate no Congresso Nacional.
v  A ANEB tem por foco a avaliação das redes publicas de educação.
v  Prova Brasil é formulada com base na Matriz Curricular de Referencia, articulando tanto o domínio de sabres como de operações mentais.
v  Provinha Brasil é um dos instrumentos da Anresc, que avalia a qualidade da alfabetização  ofertada aos estudantes de até 8 anos de idade.
v  Educacenso é o sistema de coleta de dados para o Censo Escolar.
v  Ideb( índice de desenvolvimento da educação básica) é o instrumento utilizado pelas autoridades governamentais na elaboração dos planejamentos de políticas educacionais. 
Por Queila Alves


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